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Artista organiza pedras em padrões impressionantes na praia

2020-02-18

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Artista organiza pedras em padrões impressionantes na praia

Pisar na areia, observar o mar, ouvir o barulho das ondas indo e vindo. Os neurocientistas já conseguiram provar o poder regenerador da praia sobre nós, já que quando estamos em contato com o mar, ativamos o córtex pré frontal de nosso cérebro, área diretamente associada com as emoções e a autorreflexão. Em outras palavras, ir à praia pode ser terapêutico. No entanto, o artista Jon Foreman encontrou uma maneira mais eficaz de ampliar este efeito, organizando pedras em padrões impressionantes na areia.

padrões pedras na praia 1

Baseado em Pembrokeshire, no País de Gales, o amor pelas formas da natureza começou quando ele estava na faculdade. Para ele, a arte deveria explorar mais o mundo natural e todos os elementos que a natureza nos oferece. Como esta área possui um litoral extenso, grande parte do trabalho de Foreman gira em torno das pedras que encontra perto do mar. Desta maneira, ele surpreende os banhistas com padrões terapêuticos até de olhar.

padrões pedras na praia 2

“Existem infinitas possibilidades. Criar tem um efeito profundo na minha saúde mental e mantém mente saudável e contente”, explica. Apesar de seu trabalho gerar críticas contrárias, o artista explica que seu objetivo também é incentivar os outros a cuidar da natureza e a conviver em harminia com ela. “Eu crio usando muitos materiais naturais, mas a pedra provou ser o material que eu posso manipular melhor. Seja cor, ângulo, forma, tamanho, posicionamento, espaçamento. Tenho a idéia aproximada do que eu gostaria de fazer, depois, coleciono o que posso carregar e começo colocando pedra por pedra, perdendo-me constantemente no processo e desconectando-me do estresse de vida cotidiana.”

padrões pedras na praia 3

Engana-se quem pensa que Foreman se apropria das pedras. Sua arte, não somente é sustentável, como efêmera e se perde quando o mar fica alto e as ondas leva seu trabalho. “A maré vem e as leva de volta para onde elas vieram. Como isso pode ser prejudicial?”, questiona estimulando outras pessoas a fazer o mesmo.

 
Fotos: Jon Foreman

 

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