Cultura

Primeiro museu da felicidade do mundo é inaugurado em Copenhague

2020-09-04

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Primeiro museu da felicidade do mundo é inaugurado em Copenhague

A felicidade pode ser um conceito muito difícil de ser explicado, mas não para os dinamarqueses, que acabam de inaurar o primeiro museu da felicidade do mundo. No entanto, o que pode parecer estranho para alguns, afinal, como seria um museu dedicado à felicidade? – na verdade faz todo o sentido. Considerado um dos países mais felizes do mundo, a Dinamarca parece ter compreendido o sentido da tal felicidade e achou que era tempo de transformá-la em museu.

museu da felicidade copenhague 1

Localizado em Copenhague, o museu faz parte de um projeto encabeçado pelo Happiness Research Institute, um laboratório de ideias que tenta compreender porque algumas sociedades parecem ser mais felizes que outras. No entanto, se você pensa que o museu da felicidade é um lugar cheio de filhotinhos fofos e fotografias de casais apaixonados, saiba que não é este o objetivo do lugar, que não pretende apenas tornar a felicidade parte do debate de políticas públicas, como melhorar a qualidade geral de vida dos cidadãos em todo o mundo. “Acho que as pessoas imaginam que o Instituto é como um lugar mágico, mas somos apenas oito pessoas sentadas na frente de computadores olhando os dados”, explicou o CEO do museu – Meik Wiking.

museu da felicidade copenhague 2

A força motivadora para que a equipe criasse o museu girou em tornou de um questionamento: “Se as pessoas realmente queriam um lugar onde pudessem obter uma melhor compreensão do que impulsiona a felicidade humana, por que não dar a eles?”. Assim, o museu da felicidade nada mais é do que um lugar onde as pessoas possam experimentar a felicidade de diferentes perspectivas.

museu da felicidade copenhague 3

Com capacidade máxima para 50 pessoas, os visitantes são convidados a explorar a felicidade de uma perspectiva global, o que inclui percepções históricas sobre como o conceito de felicidade evoluiu ao longo dos tempos e as maneiras pelas quais as diferentes culturas definem o termo. Com uma vasta coleção de objetos doados que representam felicidade para pessoas de todo o mundo, a conclusão é que, são exatamente as mesmas coisas que impulsionam a felicidade, não importa de onde viemos. Podemos ser dinamarqueses, mexicanos, americanos ou chineses, mas somos, antes de mais nada, pessoas”, afirmou Wiking em entrevista à CNN.

 

Fotos: Instagram

 

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